terça-feira, 31 de março de 2015

Férias, parte II - Curitiba

Minha segunda vez em Curitiba, e ainda faltou andar no trem para Morretes. Fica para próxima. Em compensação, fui para Foz conhecer as Cataratas, como escrevi no post anterior.  E em Curitiba, cidade dos parques, valeu pele city tour e paradas em alguns pontos.

o vi nada demais nessa Rua XV de Novembro, Rua das Flores. É uma rua de comércio e só isso. Vi tanta gente recomendando como ponto turístico, mas legal mesmo foi esse café com essa decor vintage.



Andei muito de buzu lá em Curitiba. Álias, o transporte público lá é muito bom :

Dessa vez, decidi experimentar essa linha de turismo. Você paga 35,00 e passa por todos os pontos turísticos da cidade. Tem direito em descer em 4. E ainda conhece boa parte da cidade. Claro, que depois fica muito cansativo, porque o ônibus roda muito. Cheguei a ficar sentada mais de 2 horas. Não vale a pena se você prefere pegar  ônibus tradicional. Vale a pena se fosse gastar em táxi, até porque alguns lugares são bem distantes.

Descer em somente 4 pontos pode parecer injusto, mas Curitiba é uma cidade de parques.Alguns, são na verdade  como uma praça, outros são tão grandes que não vale a pena, a não ser que esteja a fim de uma caminhada. 

Eu não sei se os teatros ficam aberto ao público para visitação, mas a menos que você seja amante do drama, não sei se vale a pena você descer nesses pontos. Do ônibus mesmo já dá pra visualizar bem e saber que ali é um teatro, rsrs. Esse aí é o Paiol.
  Um ponto óbvio de visitação é o Jardim Botânico, com seu Palácio de Cristal.



Dessa vez não desci no Memorial Ucraniano, já conhecia. Mas é um lugar bonito, vale a visita.
 Gostei desse bairro, o Santa Felicidade. É um bairro italiano, de restaurantes, comércio, lojas, bem agradável. Deve ser bem mais interessante à noite.
 Museu Oscar Niemeyer, minha visita mais proveitosa.





sábado, 28 de março de 2015

Férias, parte I - Foz do Iguaçu

Minha segunda viagem a Curitiba tinha um propósito muito esperado : aproveitar para dar um pulinho em Foz e conhecer as Cataratas do Iguaçu.
Foz fica bem distante da capital paranaense, então resolvi pegar um voo mesmo, aproveitando as promoções aéreas. A cidade não tem grandes atrativos. Até me assustei quando o guia do city tour que fiz, disse que era a segunda cidade brasileira mais visitada. Fiquei imaginando onde ia parar aquele dinheiro todo do turismo, porque a cidade precisa de mais estrutura sendo uma cidade tão visitada. Foz tem uma terra bem avermelhada, e vc encontra esse tom barroso avermelhado em todos os cantos da cidade, o que dá um aspecto de zona rural, cidade de interior. Os prédios também são antigos, precisando de reforma. Eu fiquei em um hotel em uma avenida que dizem ser badalada por lá, mas vi poucos restaurantes abertos, e alguns poucos bons bares, pra quem gosta. É uma cidade bem quente, diferente da capital. Uma vez já chegou a fazer 49 graus, com sensação de 50. Ainda bem que não estava por lá nesse dia.
Como disse antes, fui com a intenção mesmo só de conhecer as cataratas, e só do lado brasileiro. Ainda assim, resolvi fazer um city tour, que foi mais interessante pelas histórias do guia,do que por certos lugares em que passamos. Tinha ainda as opções de visitar o Paraguai e a Argentina, mas com dólar em alta, não valia a pena, até porque não fui fazer tour de compras. Numa próxima, quem sabe.

No city tour, passamos pelo marco zero, que é o ponto onde se encontra a divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai. Precisando muito de uma reforma, não tem nada demais, além da bela vista do rio.


À direita temos o Paraguai, a Argentina à esquerda e o Brasil do meu lado da foto :




Visitamos dois templos, uma mesquita muçulmana e um templo budista :

 Se quiser entrar na mesquita, é obrigado a usar um hijab que eles mesmos emprestam lá. Podem proibir o uso da entrada também quem estiver usando roupas curtas e decotadas. As empresas de turismo avisam com antecedência sobre isso, mas mesmo assim, já deixam à parte, algumas roupas, caso haja necessidade. Uma menina que usava short bem curtinho, teve que vestir uma longa saia para entrar.


 Na verdade a gente entra até uma parte. Só dá para avistar o salão das orações, mas não pisar nele.

A segunda maior comunidade muçulmana do Brasil encontra-se em Foz. Lá há também uma outra mesquita não aberta à visitações.

Tem também uma grande comunidade chinesa e japonesa por lá. 




Pode entrar no templo, mas não pode tirar foto dentro. Nem sabia se podia subir, mas na parte inferior, hávia grandes estátuas, e alguns símbolos da religião.



 O city tour passa por dez pontos, mas há somente 3 paradas, nos locais acima.

Agora, a parte tão esperada da minha viagem : As cataratas do Iguaçu.
Resolvi ir durante a semana, porque li que os finais de semana tem sempre muita gente, impossibilitando uma vista mais relaxada. Ainda assim, fui na sexta, achando que seria tranquilo ou até meio perigoso se tivesse pouco público, mas que nada, sempre há muita gente por ali, de várias partes do mundo.
Peguei um ônibus quase em frente ao meu hotel. Se fosse de táxi, pagaria uns 60 reais, para fazer o mesmo trajeto dos ônibus. De ônibus, você ainda escuta a gringaiada falando nos mais diversos idiomas.
Eu comprei os ingressos online, pra evitar fila, mas nessa época do ano, fui em Março, a filas eram quase inexistente. Ainda assim, tive que pegar uma fila para trocar o voucher pelos ingressos. Fui com minha mãe e uma tia.
As cataratas tem uma estrutura bem montada. Com ônibus que te levam até a área das cachoeiras a cada 10, 15 minutos. Você tem ainda opções de outros passeios por lá, se gosta de aventuras.




 Você encontra borboletas a todo instante.

Seguimos essa trilha na floresta, visualizando as cataratas de tempos em tempos.


  Aí está próximo a Garganta do Diabo, uma área de quedas bem profundas. Quem quiser chegar bem pertinho, até o final do corredor, vai chegar ensopado. Eu fui indo até quase o meio, desisti porque estava com uma mochila de pano, e com medo de molhar documentos. Não tem como não se molhar com a chuva vaporosa das águas. É até muito gostoso, refresca bastante depois de andar um pouquinho. 
Comprei um daqueles saquinhos plásticos de proteção de celular e consegui tirar algumas fotos.

  
Elas estão tão acostumadas às pessoas, que até posam na gente :



Ah, ainda tem o quatis. Os danadinhos podem roubar sua comida ou te assustar vindo do meio do mato :

Santos Dumont ! Essa história vale a pena. Se não fosse por ele ter intercedido junto ao governador de Curitiba, as terras onde ficam as cataratas e portanto as Cataratas, seriam de domínio privado. Ainda por cima de um estrangeiro. Isso na época que o governo brasileiro dava terras para que a região ficasse povoada. Nosso querido patrono da aviação não permitiu que isso acontecesse, e com a ajuda dele, as Cataratas se tornaram domínio público. É, mais ou menos, porque você paga 30 reais, pra visitá-la e mais outros tantos, para outros passeios. Se quiser chegar bem pertinho de bote, vai desembolsar uns 170 reais.

sexta-feira, 6 de março de 2015

O violinista no telhado/ Fiddler on the roof

Cara, que filme bom. É um musical. Mas é uma comédia dramática também. Eu assistia tipo assim " como eu nunca tinha ouvido falar desse filme antes ?"
Narra a história de Reb Tevye e sua família, que vive em uma comunidade de judeus na Rússia. E a gente vai aprendendo alguns dos costumes judeus de forma bem engraçada e crítica.
A parte musical, que é o que alguns menos gostam nos musicais, no filme é simplesmente fantástica. Algumas cenas são muito gostosas e inesquecíveis, como é o caso de "If I were a rich man" , que já assisti não sei quantas vezes. E os atores ! Fantásticos !






https://www.youtube.com/watch?v=RBHZFYpQ6nc


Uma versão mais divertida da música :

E pra quem ficou com a sensação que já ouviu essa música antes :



domingo, 21 de dezembro de 2014

Minha primeira vez no Stand up

A primeira vez que vi sobre o Stand up paddle na tv, fiquei apaixonada, louca pra que chegasse logo por essas bandas de cá. Quando isso finalmente aconteceu, eu não me arrisquei logo. Mas então chegou o dia e ainda não sei se vou ser praticante dessa modalidade, mas posso dizer que a experiência foi bem legal.
No ínicio o medo de cair te aterroriza um pouco, porque tem que dividir a preocupação em equilibrar a prancha, lembrar de remar e evitar a queda. O meu problema com a queda é porque eu não sei nadar. Claro que estava de colete, mas isso não deixou de me lembrar do fato da profundidade do rio e eu não saber nadar. Mas depois que o Tico e Teco me acalmaram por conta do colete, e o ganhei mais confiança no equilíbrio da prancha, o negócio fluiu, eu já tava me achando no meio do rio.
O pé e as pernas doem um pouco. Quando venta um pouco mais e a maré balança a prancha assusta os marinheiros de primeira viagem, mas de resto, acho que com algumas outras aulas dá pra levar sem problema.