Vamos lá, deixa eu escrever um pouco de bobagem agora, afinal, rir é muito bom e falar bobagens de vez em quando, esvazia logo nosso estoque e nos torna pessoas mais sérias e cultas....
Sério agora, quer dizer, não tão sério, estava eu na fila de um loja de departamentos para pagar as compras, quando minha mãe, que não é uma pessoa nada discreta, tapou o nariz e fez cara feia. Logo duas meninas da frente também fizeram a mesma cara : um sinal explícito que algúem deu um pum. Eu pensei, poxa, que exagero, não saltei nada assim tão extravagante - isso era eu já pensando se tinha sido eu a responsável, porque já reparou, quando isso acontece, você mieo que se certifica que não foi você. Bate uma dúvida na hora e você se pergunta se saiu sem querer, ou se não percebeu. E eu tava com uma dor horrível no estômago, deve ser princípio de gastrite, uma queimação e um pouco de gases ( e gases é diferente de pum, viu. Na minha concepção, o primeiro não tem cheiro e pode ser expelido pela boca.) Daí, explica-se porque na hora me questionei sobre a autoria do crime, até que então, uma outra mocinha menos discreta ainda que minha mãe, fez toda uma encenação : mão no nariz, cara feia, vira pra lá, vira pra cá e afinal ela falou " veio daqui da minha frente."
À frente dela, havia um coroa muito bonitão, uns olhos azuis lindos, alto, bem vestido. Não tinha cara de uma pessoa que solta pum. Portanto, o mais suspeito. É como os mordomos da história. E a frente desse senhor "distinto", haviam dois rapazes gêmeos. Um deles tinha o cabelo alisado e eu pensei que poderia bem ser esse também o deliquente.
Mas a menina continuava falando, reclamando que isso não em faz em público e começei a achar que ela era a culpada, pois culpar os outros, nessa situação "pundílica", pode ser uma forma de disfarçar o crime.
De repente o bonitão "distinto" abre a porta da geladeira de refrigerante. Eu pensei logo que ele devia ter agido novamente e achando que o frio fizesse diminuir o odor. A menina se abanava loucamente. " Meu Deus, que contragimento para esse homem."- pensei. Gente, tem horas que não dá para segurar, o homem ia sair da fila ? E se no meio do caminho ele não suportasse mais ? Ele foi até coerente e bonzinho. Ele preferiu que um pequeno grupo sofresse ao sair espalhando o odor numa tentativa de fuga.
O caixa chamou ele afinal, e percebi o alívio do homem ao sair daquele meio tão repressor. Agora ele pode respirar e aliviar à vontade. Se foi ele, né !




Um comentário:
kkkkkkkkkk eu me certifico sempre se fui eu, é verdade, por que será né?
Eu ri imaginando sua mae com a mao no rosto, kkkkkk
ri muito!!
bjs linda.
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