Será que a gente só se conhecendo com o tempo mesmo e as circunstâncias ?
Ontem remexendo na terra, arrancando as ervas daninhas, mudando as plantas de lugar, me peguei pensando sobre isso. Quem me visse fazendo isso acharia uma cena impossível. Eu mesma, se me contassem há algum tempo atrás que eu estaria tocando em terra, labutando com minhocas, jamais acreditaria. Mas a dona fresca aqui parece amar fazer isso. Tenho gostado mesmo.
Meus pais se mudaram para uma chácara e alguns dos meus finais de semana tenho passado lá, a plantar algumas flores e cuidar da grama e plantas. E isso tem me dado muito prazer. Talvez eu sempre gostasse disso e nunca tivera tido oportunidade de saber. Ou talvez passei a gostar por conta da oportunidade. Vai saber. Também uma vez me falaram que eu não tinha jeito com crianças. Hoje vejo como algumas crianças se apegam a mim fácil. Brincar com meus sobrinhos é um prazer, largo tudo para esses momentos com eles.
O que será mais que vou descobrir a meu respeito ?
É bom pensar alto, às vezes,ainda mais eu que amo escrever.E nesse blog to pensando mais alto porque não posso deixar da falar da minha vida e do que observo sem pensar em Deus.
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
O que está acontecendo com a mulherada ?
Cheguei em casa depois de um feriadão maravilhoso, e sozinha em casa, sem opção para ver na tv ( eu sei que a melhor seria desligar...) fui assistir um daqueles realities e tô aqui assustada com algumas mulheres do programa : malham tanto para ficar gostosonas, mas estão parecendo mais com homens, de tantos músculos. A outra tem uma bunda enorme que parece que vai bater no céu, que pelo amor, aquilo só pode ser silicone de mil litros. Jurei que umas delas era um traveco, mas é mulher mesmo. A garganta grossa e o rosto nada feminino deve ser fruto de muita malhação. Ainda outras cheias de botox, airbags na frente e trás e isso foi tudo o que observei em um bloco ou dois do programa. Antes de terminar a pergunta " tem quem goste de mulher assim ?", percebi que tem, observando alguns homens do programa... ainda que malhação pesada combine melhor com eles...
Como diz minha irmã "aff !!!". É , mas há gosto para tudo....
Como diz minha irmã "aff !!!". É , mas há gosto para tudo....
sábado, 22 de junho de 2013
Sendo brasileira....
O dia estava lindo e ensolarado, apesar do inverno. Foi mesmo o dia perfeito para uma maratona que se deu bem na rua ao lado do meu hotel. Por isso, não tínhamos ônibus passando naquela área e tivemos que ir a pé para o parque, uma caminhada de 30 minutos. Passou por nós um rapaz que parecia Jesus : cabelos longos, barba fina e delicada e uns olhos azuis que inspiravam bondade. Ele nos fez uma pergunta sobre os ônibus e seguiu. Logo adiante, se abaixou e recolheu algo de chão. Percebemos que era uma casca de banana. Segurou-a até a próxima lixeira, quando a jogou em seu devido lugar. Bastou isso para que eu ficasse mais atenta ao longo do caminho, esperando encontrar mais algum lixo no chão. Não que estivesse pronta a catá-lo, só queria ver o estado das ruas e tudo estava em seu perfeito zelo.
Austin, Texas - USA 2013
Estava um pouco tensa. A primeira vez que iria pegar um ônibus sozinha e não queria errar o ônibus nem onde deveria descer. Embora, a descida era o que menos me preocupava, já que uma voz computadorizada, avisava os passageiros o nome de cada parada. O ônibus vinha chegando quando um senhor de seus 65 anos me perguntou se iria pegar aquele e diante da resposta afirmativa, me avisou que passasse em sua frente pois eu tinha chegado primeiro que ele. Surpresa, lhe avisei que poderia subir primeiro sem problema nenhum. Não foi a primeira vez que notei que as pessoas respeitavam a ordem de chegada e formavam filas, subindo nos ônibus educadamente.
Porto, Portugal - 2010
Sempre rejeitei um pouco quando as pessoas comparavam o Brasil com outros países. Para mim a comparação era algo injusto e fruto de arrogância. Isso porque eu não nunca tinha viajado ao exterior antes. E sabe, quando você não conhece outras coisas, suas visão a respeito de sua própria realidade fica limitada.
Tendo morado em cidades diferentes, deveria ser mais óbvio para mim que conhecer outros cenários influencia bastante sua forma de ver as coisas. Mas só depois de ter ido ao exterior, por somente duas vezes, diga-se de passagem, eu percebi como somos ludibriados aqui : como pagamos tão caro, tão caro pelas coisas, como nosso transporte público é mesmo de péssima qualidade, como os serviços públicos e privados oferecidos brincam com o nosso bolso e nossa cara. Infelizmente percebi também, que nós, povo alegre, caloroso, que não exige muito para se divertir, é também mal-educado à beça. Jogamos lixo no chão, e não ter lixeira nas ruas não é desculpa para isso... Furamos fila, buzinamos por qualquer irritação no trânsito. Obrigamos nossos vizinhos e até o bairro inteiro a ouvir uma música que muitas vezes eles nem gostam. Soltamos bombas juninas dentro de latas para o barulho mais potente divertir e amaciar nosso ego pelo grande feito, sem nos preocuparmos se há crianças, idosos e doentes por perto que se assustariam e até morreriam por conta do barulho. Eu mesma não sei quantas vezes meu coração pareceu parar ao ouvir um estrondo repentino...
Eu não citei as coisas boas do Brasil. E nem preciso. Elas não precisam ser mudadas e são muitas, graças a Deus. Mas precisamos mudar algumas. Já chega de sermos jovens irreverentes. Vamos sair ás ruas clamando por um Brasil melhor, mas fazendo aquilo que está ao nosso alcance, ou só vamos parecer hipócritas e cria de políticos. Bebo e dirijo, mas estou nas ruas. Jogo no bicho, mas estou nas ruas. Minto no imposto de renda, mas estou nas ruas. Critico o preconceito dos outros, mas sou tão preconceituoso quanto quando acho que ele não tem direito a uma opinião diferente e compartilho um montão de piadinhas baixas no Facebook.
Vocês acham que sermos o país do futebol, mulher bonita e cerveja basta ? Isso tudo tem em outros países ! Compramos esse slogan e nos bastamos com ele achando que isso nos torna alguém como nação.
Um país decente, não é um país perfeito. Isso exigiria pessoas perfeitas e pessoas não o são. Mas pessoas decentes criam um bom cenário para viver e que quero ter a possibilidade de viver assim no meu país !
Austin, Texas - USA 2013
Estava um pouco tensa. A primeira vez que iria pegar um ônibus sozinha e não queria errar o ônibus nem onde deveria descer. Embora, a descida era o que menos me preocupava, já que uma voz computadorizada, avisava os passageiros o nome de cada parada. O ônibus vinha chegando quando um senhor de seus 65 anos me perguntou se iria pegar aquele e diante da resposta afirmativa, me avisou que passasse em sua frente pois eu tinha chegado primeiro que ele. Surpresa, lhe avisei que poderia subir primeiro sem problema nenhum. Não foi a primeira vez que notei que as pessoas respeitavam a ordem de chegada e formavam filas, subindo nos ônibus educadamente.
Porto, Portugal - 2010
Sempre rejeitei um pouco quando as pessoas comparavam o Brasil com outros países. Para mim a comparação era algo injusto e fruto de arrogância. Isso porque eu não nunca tinha viajado ao exterior antes. E sabe, quando você não conhece outras coisas, suas visão a respeito de sua própria realidade fica limitada.
Tendo morado em cidades diferentes, deveria ser mais óbvio para mim que conhecer outros cenários influencia bastante sua forma de ver as coisas. Mas só depois de ter ido ao exterior, por somente duas vezes, diga-se de passagem, eu percebi como somos ludibriados aqui : como pagamos tão caro, tão caro pelas coisas, como nosso transporte público é mesmo de péssima qualidade, como os serviços públicos e privados oferecidos brincam com o nosso bolso e nossa cara. Infelizmente percebi também, que nós, povo alegre, caloroso, que não exige muito para se divertir, é também mal-educado à beça. Jogamos lixo no chão, e não ter lixeira nas ruas não é desculpa para isso... Furamos fila, buzinamos por qualquer irritação no trânsito. Obrigamos nossos vizinhos e até o bairro inteiro a ouvir uma música que muitas vezes eles nem gostam. Soltamos bombas juninas dentro de latas para o barulho mais potente divertir e amaciar nosso ego pelo grande feito, sem nos preocuparmos se há crianças, idosos e doentes por perto que se assustariam e até morreriam por conta do barulho. Eu mesma não sei quantas vezes meu coração pareceu parar ao ouvir um estrondo repentino...
Eu não citei as coisas boas do Brasil. E nem preciso. Elas não precisam ser mudadas e são muitas, graças a Deus. Mas precisamos mudar algumas. Já chega de sermos jovens irreverentes. Vamos sair ás ruas clamando por um Brasil melhor, mas fazendo aquilo que está ao nosso alcance, ou só vamos parecer hipócritas e cria de políticos. Bebo e dirijo, mas estou nas ruas. Jogo no bicho, mas estou nas ruas. Minto no imposto de renda, mas estou nas ruas. Critico o preconceito dos outros, mas sou tão preconceituoso quanto quando acho que ele não tem direito a uma opinião diferente e compartilho um montão de piadinhas baixas no Facebook.
Vocês acham que sermos o país do futebol, mulher bonita e cerveja basta ? Isso tudo tem em outros países ! Compramos esse slogan e nos bastamos com ele achando que isso nos torna alguém como nação.
Um país decente, não é um país perfeito. Isso exigiria pessoas perfeitas e pessoas não o são. Mas pessoas decentes criam um bom cenário para viver e que quero ter a possibilidade de viver assim no meu país !
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Sobre meu mousse de chocolate
Porque a vida não merece ser diet.
Misture uma lata de leite condensado, uma de creme de leite, um envelope de gelatina sem sabor, e chocolate, que pode ser em pó, ou como em fiz, com barra derretida, 200 g ou mais ou menos, a gosto do freguês. A dosagem da gelatina também implica na consistência : o envelope todo, acho que fica muito dura, tipo um pudim, e quanto menos, pode até chegar a virar aqueles iogurtes de chocolate maravilhosos, tipo Chandelle. Eu uso a metade, um pouquinho mais. O chocolate pode ser substituído por maracujá, um copo do suco, ou morango, substitua a gelatina sem sabor pela de morango e pense na gostosura de Danoninho que você pode fazer !
Mas para não ficar só comendo besteira, o que tenho feito ultimamente, e resultou em uma gripe que me fez ficar três dias de cama, já que o corpo precisa estar forte para combater essas viroses, já enchi a fruteira. E depois de ter me deliciado com pedacinhos de chocolate e o restinho do leite condensado - quer coisa mais gostosa que o leite condensado que sobra na latinha ?- resolvi comer umas frutas. Vai que isso abate as calorias de alguma forma, e é sempre saudável.
Pelo aspecto da manga dá pra notar como ela tava abandonada na fruteira. É o que eu tava fazendo, mas ai, ai, ai, Tatiana, vamos tomar jeito ! Porém, ela tava uma delicinha. Nada como uma manga docinha. Amo manga. E tangerina.
Mas enfim, organizando a cozinha depois do mousse, consegui a façanha de cortar um segundo dedo. Ontem quebrei um copo e cortei um dedo. Hoje, ao recolher o lixo, cortei outro dedo, no mesmo copo quebrado que tinha jogado fora ontem a noite. De sorte que agora tenho dois dedos enfaixados, um em cada mão e uma lição que já seguia, mas ontem, talvez pela dor do dedo cortado e vontade de me livre dos cacos, não fiz e tive que lembrar: embrulhar tudo em jornal e aí então jogar fora, para nossa segurança e a dos lixeiros.
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
A arte
Visão de um provável especialista :
"Acredito que usou um pantógrafo acoplado a um PC com Autocad 3D, a menos
que o visse trabalhar uma peça, goiva na mão. A pátina e as texturas de
acabamento são adequadas, mas há uma falta total atitude nas figuras,
como se dissese "fiquem quietas até registrar", como nos primeiros
tempos da fotografia".
Visão de um leigo, apenas admirado com a obra :
Caráculis!!!
Minha visão :
Incrível ! Eu nunca poderia fazer algo parecido.
Fico esperando o momento em que verei as criaturas se movendo,
revelando-se apenas humanas, enquanto meu cérebro brinca com minha razão visão. É totalmente "caráculis" !
E no final cada um entende arte como lhe cabe.
Nota : esculturas em madeira do artista italiano Bruno Walpoth.
Comentários reais sobre as obras, inclusive o meu...
segunda-feira, 27 de maio de 2013
" Se não se lembra da menor loucura que o amor já te fez fazer, não amor"
" Se não se lembra da menor loucura que o amor já te fez fazer, não amor,"
hostel albergues
Não acho o amor irresponsável. Pelo contrário, o amor preza todo cuidado possível para com o outro. Mas o amor pode ter atitudes incompreensíveis, o que em uma linguagem menos formal poderíamos denominar loucura.
Você pode ser levado a fazer algo e isso não significar que você seja praticante dessa ação. Você pode pescar, sem necessariamente ser um pescador. Cozinhar, sem ser cozinheiro. Ou fazer uma loucura sem ser louco. É disso que falo. O amor, às vezes toma a atitude de um louco, sem o ser. Porque só os loucos tem a coragem da ousadia, ou antes, nem coragem tem, já que agem na normalidade de suas esquisitices. Mas o amor sendo prudente, responsável e são, aprova certas loucuras necessárias para seu próprio bem. Uma loucura de amor maior que a cruz de Cristo ? Alguém que se lança para um outro mundo para ficar pertinho de quem não suporta estar distante ? Uma mãe que sabe que vai sofrer com a dor da morte para gerar o ser que ela vai mais amar na vida ?
São tantas as consequências que as loucuras do amor produz, que só que ama é capaz de experimentá-las.
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Oi ?
Outro dia, vi em um site as fotos de uma mexicana que havia tatuado todo o corpo, enchido de piercings e toda aquela nova moda de colocar chifres e detalhes no rosto ou corpo para parecer diferente.
Não vou contar aqui a história da tatuagem e como ela foi criminalizada por muito tempo. Não me vejo tendo uma, ainda que algumas como flores e borboletas pareçam singelas. Mas choquei ao ver essas fotos de mulheres tatuadas do começo do século XX .
As fotos acima são de Betty Broadbent. E eu que pensei que as mulheres do tempo da minha avô não fossem "rebeldes".
domingo, 19 de maio de 2013
E ele me deixou Adele...
Definitivamente ele me deixou a música. Um paquera que tive. Não era namorado ainda , então não podia chamá-lo de namorado. Acho "um paquera" horrível, mas é o que veio na cabeça. E 'alguém que estava conhecendo", muito sério para ele. Ele era muito transparente : tranquilo, aventura, prático, música, são palavras que se ligam bem a ele. E a música foi o que ficou dele para mim. Sempre fica algo das pessoas com quem você se relaciona. Algumas coisas são mais evidentes e fortes, e boas. Ele amava me enviar suas músicas preferidas, querendo que elas se tornassem as minhas preferidas também. Ele não entendia nada dos meus poemas, mas ele compreendia bem o que uma música podia dizer. Quantos artistas eu conheci por causa dele ! Adele eu conheci por causa dele !E assim, toda vez que escuto algo, lembro dele. Uma lembrança boa, de gratidão, por ele ter me deixado a música....
segunda-feira, 13 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Fascite o que ?
Sapatos. O que nos vem à cabeça quando pensamos neles ? Tudo, menos o mais importate : a cor, o
modelo que combina com a saia, o detalhe que fica perfeito com a bolsa, são levados mais em consideração, que o fato que eles devem ser também confortáveis, ou atire a primeira pedra quem nunca comprou aquele sapato lindo de morrer, mesmo que o pé ficasse todo moído depois ?
Meu caso nem foi um sapato lindo de morrer, mas uma sapatilha e um sapatênis. A primeira me causou um início de joanete e sem pena nenhuma me desfiz dela. Deus me livre de joanetes. Se uma "bolinha pré-joanítica" causa toda aquela dor, imagina uma de verdade.... Mas os sapatênis, esse foi outro caso. Comprei aqui antes da viagem aos Eua, decidindo que lá compraria minha bota e um outro tênis. Para minha decepção, logo descobri que o calçado machucava bastante meus pés, mesmo sendo um número a mais e aparentemente confortável. E pior que não pude comprar logo outros calçados, devido as aulas ( tempo) e distância dos shoppings e outlets, porque no centro, tudo era muito caro. Resultado : meu pé começou a doer muito, ficou de tal forma inchado, que nem entrava em outros pares de sapatos que tinha levado. Isso, claro, foi gradual. Quando percebi a intensidade da lesão, já era um pouco tarde. Mas, claro, na adrenalina da viagem, isso não me prendeu atenção e mesmo com dor ao caminhar, curti cada momento. Porém, quando fui ao médico, ele me disse que isso poderia ser uma fascite e que teria que tomar antiflamatório e dependendo do resultado dos exames ( raio x e ultra ), talvez tenha que fazer fisioterapia.
O que eu sinto é uma dor na sola e na lateral do pé, após andar muito ou usar salto ou sapato fechado. O que vinha evitando fazer até então, mas ontem quis ficar mais bonitinha de salto e toma lá, a dor voltou. Também uma queimação na lateral nada agradável. E já sei que se teimo em usar sapato fechado, o pé fica bastante inchado e tome mais dor.
Meus saltos e sapatos fechados estão em pausa até sentir melhora com o tratamento, se for indicado, ou serão ocasionalmente usados.
Então, mulheres, antes de serem seduzidas bela beleza e até preço dos sapatos, se rendam ao conforto e bem-estar que esses podem oferecer, ou isso pode lhes ser tirados futuramente.
modelo que combina com a saia, o detalhe que fica perfeito com a bolsa, são levados mais em consideração, que o fato que eles devem ser também confortáveis, ou atire a primeira pedra quem nunca comprou aquele sapato lindo de morrer, mesmo que o pé ficasse todo moído depois ?
Meu caso nem foi um sapato lindo de morrer, mas uma sapatilha e um sapatênis. A primeira me causou um início de joanete e sem pena nenhuma me desfiz dela. Deus me livre de joanetes. Se uma "bolinha pré-joanítica" causa toda aquela dor, imagina uma de verdade.... Mas os sapatênis, esse foi outro caso. Comprei aqui antes da viagem aos Eua, decidindo que lá compraria minha bota e um outro tênis. Para minha decepção, logo descobri que o calçado machucava bastante meus pés, mesmo sendo um número a mais e aparentemente confortável. E pior que não pude comprar logo outros calçados, devido
O que eu sinto é uma dor na sola e na lateral do pé, após andar muito ou usar salto ou sapato fechado. O que vinha evitando fazer até então, mas ontem quis ficar mais bonitinha de salto e toma lá, a dor voltou. Também uma queimação na lateral nada agradável. E já sei que se teimo em usar sapato fechado, o pé fica bastante inchado e tome mais dor.
Meus saltos e sapatos fechados estão em pausa até sentir melhora com o tratamento, se for indicado, ou serão ocasionalmente usados.
Então, mulheres, antes de serem seduzidas bela beleza e até preço dos sapatos, se rendam ao conforto e bem-estar que esses podem oferecer, ou isso pode lhes ser tirados futuramente.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
End it movement
Aqui no Brasil, mais uma novela de Glória Perez está passando, e quem conhece a autora, já sabe que em suas novelas há sempre a dobradinha um país tema e um assunto polêmico. E mesmo que não gosta de novelas, deve ter percebido como a mídia tem importância tanto em alienar, quanto em divulgar assuntos que fogem do nosso campo de conhecimento ou atenção. E é nisso que Glória é boa, mesmo que as novelas dela não sejam tão boas assim...
O tema da vez é o tráfico de mulheres. Alguém pode dizer que isso não é tão novidade assim, mas a forma como tudo é feito e se desenvolve, se não fosse pela novela, eu nunca saberia. Muitas vezes ficamos absortos no nosso mundinho, totalmente alheios ao que se passa a nossa volta. Infelizmente, enquanto uns riem, outros choram. Mas sabendo como a informação pode ser um divisor de águas, compartilho esse site e esse vídeo. Quem se interessar em ler o site, vai encontrar informações sobre como a escravidão humana, não só a sexual, diga-se de passagem, é maior que a do tempo da escravidão dos negros. E vai, ponderar, como eu, de que forma eu posso me opor a isso e ajudar essas pessoas.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Step-by-step
Quem já foi uma pré-adolescente enlouquecida por um artista ou uma boysband, me entende. Sabe o que é ter pastas e mais pastas cheias de recortes de revistas. Eu era louca pelos New Kids on the Block.
Mais que isso, acreditava piamente que um dia eu iria me casar com o Jordan Knight, meu new kid favorito,
o mais bonito, o que cantava melhor, o principal do grupo. Além das pastas, que tinha tantos recortes de jornais e revistas a respeito dos meninos, ainda colecionava as revistas em quadrinhos deles. Saber que existia uma revista de quadrinhos dos meninos era um sonho. E todo mês eu ia a banca para garantir a minha.
Isso ainda era na época neandertal, quando não existia Internet, nem cd. Então tinha as fitas cassetes e não lembro se tinha algum LP deles...mas também gravava do rádio ( quem já fez isso ? Esperava a música favorita tocar na rádio para gravar no cassete e ficava louca quando o radialista falava no meio da canção ? rsrs). Também ficava atenta a todo show que passasse na televisão.Lembro que só tínhamos uma televisão até então, e quase morri quando, justo no dia de um show deles que ia ser televisionado, que foi anunciado durantes semanas, todas os dias contados por mim para que chegasse então o grande e perfeito dia, meu pai me obrigou a trocar de canal, para ele assistir ao campeonato de futebol, totalmente indiferente aos meus apelos e lágrimas.
O máximo era ver as pastas de fotos de outras garotas fã do grupo e claro, implorava pela troca de alguma foto que eu não tinha por alguma repetida minha, o que dificilmente acontecia, porque todas éramos muito zelosas por nosso álbum.
Eu não lembro quando parei de escutar as músicas, de colecionar recortes, e de pensar no Jordan. Aconteceu. Um dia a gente cresce. Mas guardei por um bom tempo esse material, álias, nem sei o que aconteceu com isso, se minha mãe jogou fora depois, ou tá lá em alguma caixa escondida na garagem.
Depois deles, nunca mais fui fã afoita de ninguém. O Jordan de hoje não me atraia como antigamente, com seus rodopios, suas argolas e aquele olhar irresistível, mas é engraçado pensar que um cara que não me conheceu, fe parte do meu imaginário adolescente.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Frango agridoce chinês
Eu nunca fui muito fã de comida oriental, mas enquanto estive no Texas, era para ela que recorria para fugir da pimenta. A cozinha lá é conhecida como Tex-Mex, ou seja, texana-mexicana, então entenda que pimenta estava em quase tudo. Tirando as carnes e frango das Smoke houses, o resto não me atráia muito.
Essa aí era minha comida preferida : smoked meat, chicken, whatever ! Uma espécie de churrasco, muito bom, tirando, claro, esse arroz empapado que eles fazem.
E como disse, para variar, recorria aos orientais. Ou tentei, porque não gostei da comida tailandesa, ou talvez o restaurante que eu fui não fosse muito bom, o que não me deu boa impressão da comida, mas os chineses, fiquei quase viciada. Principalmente aquele franguinho agridoce.
Tentei fazer ele aqui hoje :
Claro que não ficou nada igual, porque não segui a receita 100%, e também não ficou ruim, mas achei uma outra receita bem interessa aqui e vou tentar novamente.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Férias terminadas
Assim que cheguei dos Estados Unidos, descobri que ainda tinha um mês de férias pela frente. Ótima notícia. Só não deu pra fazer outra viagem, mas aproveitei bastante por aqui.
Deu para voltar a fazer algumas "artes" , coisas simples, mas que ocuparam meu tempo de uma maneira bem delicada :
Ou coisas não tão delicadas de fazer, mas que me deram imenso prazer. Inventei de montar umas banquetas com cortes de coqueiros que as pessoas dos sítios da rendodeza jogam fora. Nossa, eles pesam uma tonelada ! Um banco de madeira custa mais de mil reais, então, que tão ser reciclável e ainda usar o tempo de forma criativa. Ainda não terminei esse espaço, que álias, agora tem um piso de pedrinhas brancas e flores :
Comemorei meu aniversário com alguns amigos e família, com uma bela carne seca na moranga, que dispensaria a tal moranga, cara e sem gosto, por uma ábobora comum...
Andei plantando vários tipos de flores lá no sítio dos meus pais e descobri que isso não é lá tarefa muito fácil. Tem que se lembrar de um pequeno detalhe chamado época preferencial de plantio e não apenas de que flores são lindas, ou elas vão morrer.
Ops, sem fotos de flores ainda....
Comemorei a Páscoa com caça aos ovos e minha, 6ª ou 7ª tentativa de fazer um bolo decente. Esse aí era pra ser de mousse de chocolate, mas o mouse ficou mais um creme :
E enfim, praia, que é uma das melhores coisas do nordeste :
Depois de amanhã começa o trabalho. Trabalho igual, mas em escola diferente, por isso, novidade de vida, novas pessoas, novos alunos, o que me deixa uma pouco ansiosa, mas Deus é completamente confiável e cada passo que dou, é confiando em Sua direção.
terça-feira, 26 de março de 2013
Liberdade para uns, rotina para outros
Li uma matéria sobre uma família que vive o máximo que pode sem usar dinheiro. A comida eles conseguem nas lixeiras dos supermercados. Catam tudo o que eles ainda consideram consumível. E a barganha é uma forma para todas as outras coisas necessárias. Isso tudo é uma forma que essa família encontrou para confrontar o sistema. Também li uma matéria sobre um homem que vendeu quase tudo para realisar seu sonho de morar na rua. Esse trabalha. É afinador de pianos. O homem não quer confrontar a sociedade, mas se sentir livre.
Eu fiquei aqui pensando com meus botões, que um monte de gente por aqui no Brasil, é "livre" como eles. Não por opção, claro. E obviamente facilitaria em muito a vida, se os livres daqui, morassem na Alemanha, como a família, onde até o lixo é limpinho, como pude perceber na fotos. E todas as ruas asfaltas são ótimas para quem dá preferência a ter uma bike como transporte. E no caso do homem, que é inglês, creio que ele não precisa se preocupar tanto com a violência das ruas, assaltos, frio.
Longe de fazer críticas a opção dessas pessoas, mas a comparação é inevitável. O pensamento é inevitável : tudo o que eles mais querem da vida, está tão ao alcance deles aqui - uma vida sem dinheiro, tendo que morar na rua, pegando comida do lixo. Essa realidade que para muitos aqui, não é nada agradável, mas que para aqueles é uma opção de vida.
Eu fiquei aqui pensando com meus botões, que um monte de gente por aqui no Brasil, é "livre" como eles. Não por opção, claro. E obviamente facilitaria em muito a vida, se os livres daqui, morassem na Alemanha, como a família, onde até o lixo é limpinho, como pude perceber na fotos. E todas as ruas asfaltas são ótimas para quem dá preferência a ter uma bike como transporte. E no caso do homem, que é inglês, creio que ele não precisa se preocupar tanto com a violência das ruas, assaltos, frio.
Longe de fazer críticas a opção dessas pessoas, mas a comparação é inevitável. O pensamento é inevitável : tudo o que eles mais querem da vida, está tão ao alcance deles aqui - uma vida sem dinheiro, tendo que morar na rua, pegando comida do lixo. Essa realidade que para muitos aqui, não é nada agradável, mas que para aqueles é uma opção de vida.
domingo, 17 de março de 2013
Água para moscas
Eu fiz uma postagem recente comentando sobre um achado : que sacos de água espantariam as indesejáveis moscas. Pois hoje fiz o teste. Pendurei vários saquinhos, daqueles para sacolé, ao redor da varanda, onde ficaria o almoço. Pouquíssimas moscas ousaram passar por lá. Até acho que se tivesse colocado mais cedo, e não minutos antes de pôr a mesa, era capaz de não ter nenhuma. Mas assim que os saquinhos foram tirados, as moiçolas voltaram a sobrevoar o local.
Fica a dica !
Fica a dica !
sábado, 16 de março de 2013
Trança fail
Mais de meia-noite, eu sem sono, fui inventar de fazer uma trança para usar numa festa que vou amanhã, mas kd trança que nada ?! Só consegui fazer um emaranhado. Quem consegue ?
segunda-feira, 11 de março de 2013
Água para afugentar as moscas
Pesquisando sobre como me ver livre das moscas que tem nos incomodado bastante durante os churrascos no sítio, achei isso aqui :
"Um saco plástico com água e adeus MOSCAS !?
Hoje fiquei surpreso. Visitei uma fábrica de biscoitos e no teto haviam vários sacos plásticos transparentes com água. Perguntei e me disseram que afastava moscas.
Ri, achando que estavam me zoando, perguntei se o líquido não continha algum repelente. Nada, água dentro de um saco plástico.Isso corroborado pelos diretores, homens de altíssima cultura.
Nunca soube desse recurso caseiro, mas eles me disseram que é eficientíssimo.
Vivendo e aprendendo.
Um saco pode dar conta de um raio de ação de uns cinco metros."
"Achei isso da revista Mundo Estranho:"
'Isso acontece porque os bichinhos percebem o objeto como se ele fosse um espelho e mudam a trajetória de seu vôo. Ao entrar em um lugar qualquer e topar com o saco cheio d’água, a mosca vê sua imagem refletida no líquido. Aí, por instinto ou mesmo por susto, ela pára e sai do ambiente. "É mais ou menos a mesma coisa que acontece quando deparamos com um espelho que reflete a luz do Sol. Se somos atingidos pelos raios solares, isso nos incomoda, e nosso impulso inicial é dar meia-volta ou desviar o caminho, até mesmo como medida de precaução", afirma o engenheiro agrônomo Octávio Nakano, da Universidade de São Paulo (USP). A comprovação científica desse antigo hábito popular surgiu quando alguns pesquisadores da USP notaram o costume de bares e restaurantes usarem o tal saco d’água para afugentar os insetos. Intrigados, eles decidiram fazer vários testes com a mosca doméstica (Musca domestica) para comprovar se havia ou não fundamento naquela prática. Não deu outra: depois de uma série de medições, os cientistas publicaram trabalhos em revistas acadêmicas especializadas validando a receita do povão, cerca de seis anos atrás.'
Bom, tô bem animada. É prático, barato e fácil. Vamos ver se funciona mesmo !
quarta-feira, 6 de março de 2013
De volta
Voltar pode ser bom ou difícil. Pode ser tudo o que você mais quer ou tudo o que você desejaria evitar. Eu não me encontro muito no segundo quesito. Voltar é bom : é família, casa, comida, e tudo o que você está acostumado e gosta. Mas vejo esses dias por aqui como apenas mais uma temporada, que será intercalada por outra temporada lá, se Deus quiser.
Por enquanto, miss you Texas ( sinto saudades suas, Texas) e tudo o que vivi e conheci lá....
Por enquanto, miss you Texas ( sinto saudades suas, Texas) e tudo o que vivi e conheci lá....
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Days in America
Enquanto aguardo o tempo da roupa secar na máquina e não correr pra cama para dormir, me forço a escrever e falar um pouco das minhas impressões sobre o Estados Unidos. A cortina está aberta e além das árvores secas nesses dias de inverno, ouço barulho de carros e observo carros e pessoas passando.
Tem sido cansativo, estou estudando manhã e tarde, e então depois de jantar, chego ao hotel por volta das 7:30, o que me daria uma vontade imensa de dormir, mas aí tem as atividades para fazer, e meu dia parece não acabar.
Mas também tenho me divertido muito, tanto quando tenho pique para sair depois das aulas, ou durante os passeios culturais.
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